Brasil mantem maioria no QS 10000 Ballito Pro da África

Brasil mantem maioria no QS 10000 Ballito Pro da África

São nove brasileiros entre os 24 surfistas que passaram para a rodada classificatória para as oitavas de final na sexta-feira do evento que foi vencido por Peterson Crisanto no ano passado

Adriano de Souza (SP) (@WSL / Ryan Janssens)
Adriano de Souza (SP) (@WSL / Ryan Janssens)

Os brasileiros brilharam nas ondas de 3-4 pés da sexta-feira em Willard Beach, conquistando a maioria das vagas para a rodada classificatória para as oitavas de final do QS 10000 Ballito Pro em KwaZulu-Natal, na África do Sul. São nove entre os 24 surfistas que continuam na disputa do título da primeira etapa com status máximo de 10.000 pontos do WSL Qualifying Series em 2019. Entre eles, o campeão mundial Adriano de Souza e mais dois integrantes da elite do CT, Deivid Silva e Jessé Mendes, além de Caio Ibelli, Ian Gouveia, Wiggolly Dantas, Miguel Pupo, Marco Fernandez e Flavio Nakagima. O peruano Miguel Tudela, o uruguaio Marco Giorgi e mais cinco brasileiros perderam na fase dos 48 melhores, completada na sexta-feira em Ballito.

Miguel Tudela (PER) (@WSL / Ryan Janssens)
Miguel Tudela (PER) (@WSL / Ryan Janssens)

Miguel Tudela estava a um passo de entrar no grupo dos dez surfistas indicados pelo QS, para completar a elite dos top-34 da World Surf League que disputa o Championship Tour. Ele competiu na primeira bateria do dia e não achou boas ondas para mostrar o seu surfe, ficando em último lugar no confronto em que o australiano Jack Freestone ainda derrotou dois brasileiros. Na briga pela segunda vaga para a quarta fase, Adriano de Souza superou o também paulista Marcos Correa, eliminado junto com o peruano.

Mineirinho vai disputar as duas primeiras vagas para as oitavas de final do Ballito Pro com o havaiano Ezekiel Lau e o costa-ricense Carlos Muñoz. Mais três brasileiros entraram na segunda bateria para brigar por duas vagas e o pernambucano Ian Gouveia impediu uma dobradinha ubatubense dos irmãos Wiggolly e Weslley Dantas. O mais experiente, Wiggolly, que já fez parte da elite do CT, acertou os aéreos para vencer a bateria por 14,40, mas Ian conseguiu a maior nota – 7,70 – para passar em segundo com 14,00 pontos, contra 12,70 do Weslley Dantas e 7,50 do havaiano Keanu Asing, que ficou em último lugar.

Wiggolly Dantas (SP) (@WSL / Ryan Janssens)
Wiggolly Dantas (SP) (@WSL / Ryan Janssens)

“Eu gostaria muito de passar a bateria com meu irmão. Eu vi que as condições (do mar) estavam boas para os aéreos, então fui para os aéreos de backside, mas meu irmão não conseguiu boas ondas para voar”, lamentou Wiggolly Dantas. “É a segunda vez esse ano que disputamos uma bateria juntos e a segunda vez que eu venço e ele perde. É sempre difícil surfar contra ele, mas estou feliz pela vitória porque fiquei três meses sem surfar no ano passado por causa de uma lesão. Agora estou bem e muito feliz por estar aqui na África”.

VAGAS NAS OITAVAS – Wiggolly Dantas vai competir com outro brasileiro e com o havaiano Barron Mamiya na terceira classificatória para as oitavas de final. O baiano Marco Fernandez já fez uma dobradinha verde-amarela vencedora com o paulista Caio Ibelli na sexta-feira, sobre o australiano Kalani Ball e o japonês Joh Azuchi. Agora, Marco tentará repetir o feito com Wiggolly Dantas na terceira bateria e Caio Ibelli entra na quarta com Ian Gouveia e o francês Jorgann Couzinet.

Deivid Silva (SP) (@WSL / Ryan Janssens)
Deivid Silva (SP) (@WSL / Ryan Janssens)

Ainda tem mais uma participação dupla na sexta bateria valendo vagas para as oitavas de final do QS 10000 da África do Sul, com os paulistas Deivid Silva e Miguel Pupo enfrentando o taitiano Mihimana Braye. Depois, tem mais dois paulistas fechando essa quarta fase. Jessé Mendes está na penúltima bateria com o australiano Wade Carmichael e o japonês Reo Inaba. E Flavio Nakagima, que venceu a bateria que fechou a sexta-feira, disputará as duas últimas vagas com o francês Maxime Huscenot e o taitiano, O´Neill Massin.

MAIORIA BRASILEIRA – Os brasileiros, com nove surfistas, seguem com maioria para tentar repetir o título do paranaense Peterson Crisanto no ano passado em Ballito, ganhando seis das dez baterias disputadas na sexta-feira em Willard Beach. Os principais concorrentes são os australianos com quatro classificados, incluindo o vice-campeão de 2018, Jack Freestone. Os outros países que continuam com representantes no primeiro QS 10000 do ano são a França com três surfistas, África do Sul, Havaí e Taiti com dois cada e Japão e Costa Rica com um. Na sexta-feira, saíram da briga do título quatro norte-americanos, o último peruano e o único uruguaio que disputa o Circuito Mundial da World Surf League.

 



Divulgação por: João Carvalho WSL South America Media Manager

www.worldsurfleague.com

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