Oi Rio Pro começa com cenário perfeito em Saquarema

Oi Rio Pro começa com cenário perfeito em Saquarema

A etapa brasileira do World Surf League Championship Tour foi iniciada na quinta-feira de Sol, boas ondas e praia lotada desde cedo e continua as 7h00 da sexta-feira na Praia de Itaúna

Filipe Toledo (SP) (Damien Poullenot / WSL via Getty Images)
Filipe Toledo (SP) (Damien Poullenot / WSL via Getty Images)

O Oi Rio Pro 2019 foi iniciado com um cenário perfeito na quinta-feira de Sol, céu azul, boas ondas e com um grande público enchendo a Praia de Itaúna desde as primeiras horas da manhã, para assistir a única passagem dos melhores surfistas do mundo pela América Latina. A etapa brasileira do World Surf League Championship Tour começou pela categoria feminina e com Silvana Lima conseguindo uma virada incrível para estrear com vitória em Saquarema. Entre os homens, a torcida vibrou com as voltas de Kelly Slater ao Brasil depois de 4 anos e de Adriano de Souza às competições após 8 meses. Mas, os primeiros a se destacarem foram outros brasileiros, Yago Dora com os recordes do dia e Filipe Toledo, que no ano passado conquistou um inédito bicampeonato nas quatro edições do Oi Rio Pro já disputadas.

“É muito bom competir no Brasil. Sempre queremos e esperamos por isso, mas é o lugar que a gente tem mais obrigações pra fazer fora da água”, disse Filipe Toledo. “Mas, isso é normal, porque a gente fica aqui apenas uma semana por ano, então queremos dar o máximo possível para nossos fãs, para a mídia, patrocinadores e tudo mais. Mesmo assim, sempre procuro fazer tudo isso antes do evento começar, para poder ficar 100% focado durante a competição”.

Adriano de Souza (SP) (Damien Poullenot / WSL via Getty Images)
Adriano de Souza (SP) (Damien Poullenot / WSL via Getty Images)

A bateria de estreia do defensor do título do Oi Rio Pro, aconteceu logo após o catarinense Yago Dora fazer os recordes do dia na dobradinha brasileira com Adriano de Souza, sobre o vice-líder do ranking, Kolohe Andino, dos Estados Unidos. Filipe arriscou os aéreos no início, mas sua maior nota foi conseguida com uma série de manobras potentes numa esquerda que valeu nota 8,0. Com ela, atingiu 13,97 pontos para derrotar o português Frederico Morais e o havaiano Sebastian Zietz.

Yago Dora (SC) (Damien Poullenot / WSL via Getty Images)
Yago Dora (SC) (Damien Poullenot / WSL via Getty Images)

Já o catarinense Yago Dora não deu qualquer chance aos seus adversários, desde o aéreo que completou no começo da bateria. A nota 7,33 recebida já era a maior do dia, mas ele ainda achou uma boa esquerda para mandar quatro batidas e rasgadas muito fortes, que arrancaram nota 9,00 dos juízes. A torcida estava atenta nessa bateria, que marcou a volta do capitão da “seleção brasileira” depois de 8 meses se recuperando de uma contusão no ano passado. Adriano de Souza só surfou duas ondas, que foram suficientes para superar o californiano Kolohe Andino por 11,27 a 11,16 na vitória do recordista Yago Dora por 16,33 pontos.

“Estou muito feliz por avançar essa bateria e foi muito especial ter o Adriano (de Souza) se classificando junto comigo”, disse Yago Dora. “Ele está voltando de uma lesão muito séria e é um grande amigo meu, então já estava muito feliz só por entrar numa bateria com ele. As condições das ondas não estavam fáceis, mas foi muito divertido só em pegar esquerdas no meio de tantas direitas no circuito mundial. E a galera gritando, torcendo pra gente, como foi hoje, nos dá muita energia e nos faz querer fazer o nosso melhor a cada onda”.

Gabriel Medina (SP) (Thiago Diz / WSL via Getty Images)
Gabriel Medina (SP) (Thiago Diz / WSL via Getty Images)

BICAMPEÕES MUNDIAIS – Quem também levantou a torcida nas areias lotadas de Itaúna foi o bicampeão mundial Gabriel Medina. Ele estreou na segunda bateria masculina da quinta-feira e arriscou as manobras mais espetaculares em várias ondas, porém sem conseguir completar as mais difíceis. Mesmo assim, derrotou seus dois oponentes da Austrália por 12,10 pontos. Na briga pela segunda vaga da bateria para a terceira fase, o estreante na elite, Soli Bailey, bateu o experiente Adrian Buchan por 8,40 e 6,93.

“É muito bom poder competir em esquerdas, para variar um pouco das direitas do circuito”, disse Gabriel Medina, referindo-se as esquerdas de Itaúna. “Quase não temos esquerdas no Tour, só Teahupoo e Pipeline, mas de high-performance é só essa aqui, então fico feliz de surfar um pouco para a esquerda. É muito legal também competir quando tem muita gente na praia assistindo. O surfe cresceu muito em nosso país nos últimos anos e é muito bom ter todo esse carinho de tanta gente, se sentir amado, é muito gratificante”.

Outro bicampeão mundial também estreou com vitória no Oi Rio Pro 2019, John Johnn Florence, que enfrentou dois brasileiros em sua primeira defesa da liderança do ranking em Saquarema.  O havaiano teve um início meio lento, mas logo achou boas ondas para mostrar o surfe que já conquistou duas vitórias nas quatro primeiras etapas da temporada. Ele completou um aéreo reverse perfeito nas direitas de Itaúna que valeu nota 7,00 e tirou 6,17 numa esquerda para confirmar a vitória por 13,67 pontos.

Caio Ibelli (SP) (Damien Poullenot / WSL via Getty Images)
Caio Ibelli (SP) (Damien Poullenot / WSL via Getty Images)

A disputa pela segunda vaga direta para a terceira fase foi intensa e só decidida no último minuto, quando Caio Ibelli conseguiu uma nota 5,30 para superar o também paulista Alex Ribeiro por 10,53 a 9,60 pontos. Caio e John John tinham se enfrentado nas semifinais da etapa passada, em Margaret River, onde o havaiano conquistou sua segunda vitória na Austrália. Já Alex Ribeiro ganhou a última vaga para o Oi Rio Pro 2019 na triagem disputada na quarta-feira e terá outra chance de tentar a classificação na segunda fase.

A torcida que lotou a Praia de Itaúna desde cedo, impressionou os surfistas de outros países, já que não é normal ficar assim logo no primeiro dia dos eventos pelo mundo. O público vibrava bastante com a passagem dos seus ídolos para entrar no mar em Itaúna, que apresentou boas ondas de 3-4 pés para abrir a quinta etapa da corrida pelo título mundial da temporada. Apenas os cinco primeiros colocados no ranking, chegaram no Brasil com chances de brigar pela lycra amarela do Jeep Leaderboard em Saquarema.

LIDERANÇA DO RANKING – Com a passagem para a terceira fase, John John Florence já tirou um do páreo, o sul-africano Jordy Smith, que depois ficou em último na sua bateria de estreia em Saquarema, vencida pelo catarinense Willian Cardoso. Agora, para ultrapassar os 28.745 pontos que o havaiano já garantiu no ranking, o vice-líder, Kolohe Andino, vai precisar chegar na final do Oi Rio Pro, enquanto o potiguar Italo Ferreira e o japonês Kanoa Igarashi, só conseguirão isso se vencerem a etapa brasileira em Saquarema.

Italo Ferreira (RN) (Damien Poullenot / WSL via Getty Images)
Italo Ferreira (RN) (Damien Poullenot / WSL via Getty Images)

Italo Ferreira estreou na única bateria 100% verde-amarela da primeira fase, mas apenas dois entraram no mar. O convidado Mateus Herdy, atual campeão mundial Pro Junior da World Surf League, sentiu uma contusão treinando pela manhã e preferiu deixar para competir somente na segunda fase. Com isso, Italo e o paulista Deivid Silva já estavam classificados para a terceira fase e o potiguar acabou vencendo sua primeira bateria na Praia de Itaúna.

A VOLTA DO MITO – O maior ídolo da história do surfe novamente deixou dúvidas sobre se estava ou não no Brasil, como sempre acontecia a cada ano. Mas, dessa vez, Kelly Slater está de volta depois de 4 anos e o público vibrou quando ele se encaminhou para o mar. O onze vezes campeão mundial competiu numa bateria 100% norte-americana, com dois surfistas que não tinham nem nascido quando ele conquistou seu primeiro título mundial em 1992.

Com seus 47 anos de idade, Slater até pegou mais ondas do que os mais jovens, Conner Coffin, 25, e Griffin Colapinto, 20, sempre correndo atrás da classificação. E só conseguiu isso nos últimos minutos. A reação começou numa onda que rendeu 4,50 para tirar o segundo lugar de Conner Coffin. Ainda deu tempo de pegar outra, que abriu a parede para fazer duas manobras e ganhar 5,27 para vencer a bateria por 10,87 pontos, superando os 10,80 do Griffin Colapinto. Slater saiu ofegante do mar e logo foi cercado pelo público, até chegar na arena do evento.

“É muito legal estar de volta ao Brasil, mas é um pouco intimidante e tem muita gente aqui hoje (quarta-feira). É uma loucura, mas estou me divertindo”, disse Kelly Slater. “O mar estava meio difícil lá fora, com vários degraus, a correnteza indo numa direção e o vento em outra. Acho que toda a energia do oceano está descendo a praia em direção à Barrinha, então estava meio complicado, mas no final consegui achar umas ondas para passar a bateria, que era o que queria”.

PRIMEIRO AS DAMAS – Antes dos homens começarem a se apresentar em Saquarema, as meninas atraíram a atenção da torcida na quinta-feira, pois o Oi Rio Pro 2019 foi iniciado às 7h00 pela categoria feminina. O primeiro show do dia foi o da havaiana Carissa Moore, que mostrou muita força nas manobras para abrir grandes leques de água e fazer os recordes da primeira fase, somando notas 8,00 e 7,50 no placar de 15,50 pontos.

Carissa Moore (HAV) (Damien Poullenot / WSL via Getty Images)
Carissa Moore (HAV) (Damien Poullenot / WSL via Getty Images)

“Sempre tem um nervosismo na primeira bateria, especialmente quando as ondas estão quebrando em vários picos, então estou feliz por ter dado tudo certo”, disse a tricampeã mundial Carissa Moore. “Conseguir ganhar notas altas no início, me deu mais confiança. Eu não tive muito sucesso aqui no Brasil nos últimos anos, então muda tudo começar tão bem o campeonato. Eu já venci aqui muito tempo atrás (2011) na Barra da Tijuca e seria muito legal chegar na final aqui esse ano”.

A defensora do título do Oi Rio Pro entrou no confronto seguinte com a lycra amarela do Jeep Leaderboard, mas a australiana Stephanie Gilmore acabou sendo batida pela havaiana Coco Ho por 11,60 a 10,00 pontos. As duas passaram direto para as oitavas de final e a vencedora da triagem, Tainá Hinckel, de apenas 16 anos, ficou em terceiro lugar com 8,63 pontos. Ela ainda tem outra chance de se classificar na segunda fase e, mesmo que não consiga passar, já recebe a premiação mínima de 10.500 dólares nas etapas femininas do CT.

Tatiana Weston-Webb (RS) (Thiago Diz / WSL via Getty Images)
Tatiana Weston-Webb (RS) (Thiago Diz / WSL via Getty Images)

DOBRADINHA BRASILEIRA – As outras duas participantes do Brasil no Oi Rio Pro estrearam juntas na quinta bateria do dia. A australiana Sally Fitzgibbons começou melhor com uma nota 5,00, mas logo a gaúcha Tatiana Weston-Webb passou a dominar o confronto com notas 5,83, 6,50 e 6,60 em três ondas seguidas. A cearense Silvana Lima estava em último e no minuto final achou uma onda boa para desferir três manobras fortes e receber nota 7,33, que a levou da terceira para a vitória de virada, por 13,20 pontos. Além disso, confirmou a dobradinha brasileira sobre a australiana, com Tatiana passando em segundo com 13,10.

“Estou muito feliz por vencer minha primeira bateria aqui e senti bastante toda a energia da torcida, então quero agradecer a todos pela força que me deram”, disse Silvana Lima. “É sempre difícil chegar nos últimos minutos precisando de nota. Isso deixa um friozinho na barriga e aquela voz na cabeça dizendo: ‘vamos Silvana’. Eu estava querendo muito achar uma onda boa e ela veio no finalzinho, felizmente. Quero continuar focada para quando a oportunidade aparecer e é importante conseguir ficar tranquila, sem tanta pressão”.

O Oi Rio Pro 2019 está acontecendo com os patrocínios da Oi como “

Silvana Lima (CE) (Thiago Diz / WSL via Getty Images)
Silvana Lima (CE) (Thiago Diz / WSL via Getty Images)

naming rights” da etapa brasileira do World Surf League Championship Tour e da Corona, Jeep, Harley Davidson, Polo Blue, Red Bull, Subway, Havaianas e apoio da Prefeitura Municipal de Saquarema e do Governo do Estado do Rio de Janeiro pela Secretaria Estadual de Esporte, Lazer e Juventude (SEELJE), através da Lei de Incentivo à Cultura e ao Esporte. O evento da World Surf League também conta com o apoio institucional da Confederação Brasileira de Surf (CBSurf), Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ), Associação de Surf de Saquarema (ASS) e está sendo transmitido ao vivo pelo www.worldsurfleague.com

A OI E O ESPORTE – A Oi acredita no potencial de transformação do esporte e patrocina grandes eventos esportivos como o Oi Rio Pro, Oi Pro Júnior – voltado para a categoria de base do surfe – e Oi STU Open. Além de apoiar atletas de diferentes modalidades, como os surfistas Gabriel Medina, Italo Ferreira, Filipe Toledo, Silvana Lima, Adriano de Souza, Tatiana Weston-Webb, Davizinho e Tainá Hinckel, e os skatistas Pedro Barros e Leticia Bufoni, a companhia acelera, em parceria com o Instituto Ekloos e apoio do Oi Futuro, cinco projetos de surfe na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, que são voltados para a população local. A Oi também patrocina a equipe de judô Oi Sogipa, no Rio Grande do Sul.


RESULTADOS DO OI RIO PRO NA QUINTA-FEIRA:

PRIMEIRA FASE – 1.o e 2.o=Terceira Fase e 3.o=Segunda Fase:

1.a: 1-Kanoa Igarashi (JPN)=12.17, 2-Jadson André (BRA)=10.60, 3-Peterson Crisanto (BRA)=7.83

2.a: 1-Gabriel Medina (BRA)=12.10, 2-Soli Bailey (AUS)=8.40, 3-Adrian Buchan (AUS)=6.93

3.a: 1-Yago Dora (BRA)=16.33, 2-Adriano de Souza (BRA)=11.27, 3-Kolohe Andino (EUA)=11.16

4.a: 1-Filipe Toledo (BRA)=13.97, 2-Frederico Morais (PRT)=9.60, 3-Sebastian Zietz (HAV)=9.30

5.a: 1-Italo Ferreira (BRA)=12.17, 2-Deivid Silva (BRA)=11.07, 3-Mateus Herdy (BRA)=w.o

6.a: 1-John John Florence (HAV)=13.67, 2-Caio Ibelli (BRA)=10.53, 3-Alex Ribeiro (BRA)=9.60

7.a: 1-Willian Cardoso (BRA)=10.47, 2-Ricardo Christie (NZL)=9.00, 3-Jordy Smith (AFR)=6.30

8.a: 1-Julian Wilson (AUS)=12.67, 2-Michael Rodrigues (BRA)=9.06, 3-Ezekiel Lau (HAV)=6.00

9.a: 1-Kelly Slater (EUA)=10.87, 2-Griffin Colapinto (EUA)=10.80, 3-Conner Coffin (EUA)=9.93

10: 1-Seth Moniz (HAV)=13.77, 2-Owen Wright (AUS)=11.90, 3-Jack Freestone (AUS)=7.43

11: 1-Ryan Callinan (AUS)=13.17, 2-Jessé Mendes (BRA)=11.53, 3-Wade Carmichael (AUS)=9.74

12: 1-Michel Bourez (TAH)=11.13, 2-Joan Duru (FRA)=10.76, 3-Jeremy Flores (FRA)=7.23

PRIMEIRA FASE – 1.a e 2.a=Oitavas de Final e 3.a=Segunda Fase:

1.a: 1-Caroline Marks (EUA)=8.90, 2-Macy Callaghan (AUS)=8.10, 3-Nikki Van Dijk (AUS)=6.17

2.a: 1-Carissa Moore (HAV)=15.50, 2-Keely Andrew (AUS)=12.23, 3-Johanne Defay (FRA)=10.20

3.a: 1-Coco Ho (HAV)=11.60, 2-Stephanie Gilmore (AUS)=10.00, 3-Tainá Hinckel (BRA)=8.63

4.a: 1-Lakey Peterson (EUA)=12.83, 2-Paige Hareb (NZL)=8.87, 3-Brisa Hennessy (CRI)=6.37

5.a: 1-Silvana Lima (BRA)=13.20, 2-Tatiana Weston-Webb (BRA)=13.10, 3-Sally Fitzgibbons (AUS)=9.93

6.a: 1-Courtney Conlogue (EUA)=14.77, 2-Bronte Macaulay (AUS)=12.40, 3-Malia Manuel (HAV)=10.00

BATERIAS QUE VÃO ABRIR A SEXTA-FEIRA EM SAQUAREMA:

SEGUNDA FASE – 1.o e 2.o=Terceira Fase e 3.o=33.o lugar com 265 pontos e US$ 10.000:

1.a: Kolohe Andino (EUA), Sebastian Zietz (HAV), Alex Ribeiro (BRA)

2.a: Jordy Smith (AFR), Adrian Buchan (AUS), Mateus Herdy (BRA)

3.a: Conner Coffin (EUA), Peterson Crisanto (BRA), Ezekiel Lau (HAV)

4.a: Jeremy Flores (FRA), Wade Carmichael (AUS), Jack Freestone (AUS)

SEGUNDA FASE – 1.a e 2.a=Oitavas de Final e 3.a=17.o lugar com 1.045 pontos e US$ 10.500:

1.a: Sally Fitzgibbons (AUS), Nikki Van Dijk (AUS), Tainá Hinckel (BRA)

2.a: Malia Manuel (HAV), Brisa Hennessy (CRI), Johanne Defay (FRA)



Divulgação por: João Carvalho WSL South America Media Manager

www.worldsurfleague.com

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